Falta de mecanismos adequados de idade
Ausência ou deficiência de controles para identificar e proteger públicos infantojuvenis.
Se crianças ou adolescentes podem acessar seu produto, aplicativo, plataforma, conteúdo ou campanha digital, sua empresa pode precisar avaliar riscos, revisar processos e implementar medidas de proteção previstas pela nova regulamentação.
Aplicabilidadeclara
Riscoproporcional
Planode ação
Sem burocraciadesnecessária
Entenda onde sua empresa precisa agir com prioridade.
Ponto de partida
Avaliação de funcionalidades e contexto
Mapeamento de dados e fluxos
Responsáveis e impacto organizacional
Diagnóstico rápido, seguro e confidencial.Alinhado à LGPD e ao ECA Digital.
A Lei nº 15.211/2025 trouxe novas responsabilidades para empresas que operam ambientes digitais acessados por crianças e adolescentes. O impacto passa por produto, marketing, privacidade, atendimento, tecnologia e governança.
Data-chave
17 março 2026
Entrada em vigor da exigibilidade das principais obrigações do ECA Digital.
Evidências e sinais
O ECA Digital foi sancionado e estabelece obrigações claras para ambientes digitais.
Evidência
Lei nº 15.211/2025
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados já incluiu o tema em suas agendas regulatórias.
Evidência
Agenda Regulatória2025-2026
Crianças, adolescentes, famílias e sociedade já podem reportar riscos e violações.
Evidência
Canal de Denúncias da ANPD
Grandes empresas, investidores e parceiros já avaliam conformidade com o ECA Digital.
Evidência
Questionários e Diligênciasem andamento
Esperar para se adequar aumenta custos, riscos e exposição.Antecipar é governança, reputação e vantagem competitiva.
A lei utiliza o conceito de acesso provável. Isso significa que mesmo empresas que não têm crianças ou adolescentes como público principal podem precisar avaliar a aplicabilidade da regulamentação.
Primeira pergunta
O ponto é se crianças ou adolescentes conseguem acessar, interagir, criar conta, ver conteúdo ou ser impactados pela experiência digital.
Evite decidir só por
Público infantil declarado
Avalie também
Acesso provável por menores
Um item não confirma obrigação. Ele apenas indica que o tema não deve ser descartado.
App, site ou plataforma aberta
Chat, comunidade ou comentários
Cadastro, login ou perfil
Conteúdo público ou compartilhável
Campanhas, mídia ou influenciadores
Coleta ou uso de dados pessoais
Feed, recomendação ou personalização
Uso comum por adolescentes
Produto de terceiros em B2B2C
Um sinal no checklist não confirma obrigação automática. Ele mostra que a empresa precisa de uma conclusão objetiva antes de seguir.
Quer saber se precisa se adequar?
A avaliação traduz esses sinais em aplicabilidade, riscos e próximos passos.
A nova regulamentação exige que diferentes áreas da empresa trabalhem de forma integrada para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.
Decisões alinhadas, processos conectados e proteção contínua em toda a jornada digital.
Documentação, avaliações de risco, políticas, contratos e evidências para autoridades, clientes e parceiros.
Configurações mais protetivas, análise de funcionalidades, critérios de idade e prevenção de experiências inadequadas.
Revisão de campanhas, segmentação, publicidade digital, influenciadores e práticas de personalização.
Mapeamento de dados, minimização, relatórios de impacto e governança contínua.
Fluxos de denúncia, resposta, escalonamento e tratamento de situações sensíveis.
Gestão de riscos regulatórios, reputacionais, operacionais e comerciais.
Nossa atuação combina privacidade, tecnologia, governança e operação para transformar exigências regulatórias em processos claros e sustentáveis.
Entender o contexto
Diagnóstico de aplicabilidade do ECA Digital
Matriz de riscos e plano de ação priorizado
Revisão de produto, UX, dados e marketing
Desenhar controles
Avaliação de mecanismos de idade, quando aplicável
Políticas, procedimentos e evidências de diligência
Relatórios de impacto e documentação de suporte
Garantir continuidade
Treinamentos para áreas envolvidas
Operação contínua via DPO as a Service
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Do diagnóstico à operação contínua, com evidências e conformidade.
Próximo passo
Privacidade que protege. Governança que sustenta. Impacto que gera confiança.
Ausência ou deficiência de controles para identificar e proteger públicos infantojuvenis.
Uso de informações além do necessário para a finalidade pretendida.
Práticas de segmentação ou comunicação incompatíveis com o melhor interesse da criança e do adolescente.
Produtos e serviços que não incorporam proteção desde a concepção.
Falta de mecanismos para recebimento e tratamento de notificações.
Recursos que incentivam comportamento compulsivo ou dificultam supervisão.
A prioridade deve considerar público, atratividade, dados tratados, funcionalidades e capacidade de moderar ou intervir na experiência.
Segmentos em que menores costumam ser parte explícita ou recorrente da experiência.
Edtechs
Jogos e entretenimento
Comunidades online
Conteúdo e creator economy
Produtos não infantis, mas com uso previsível por adolescentes ou público geral.
Apps e plataformas
E-commerces
Fintechs
Healthtechs
Empresas que habilitam experiências de terceiros também precisam entender seu papel.
SaaS B2B2C
Marketplaces
Mídia e publicidade
Programas de relacionamento
O primeiro passo não é implementar controles. É entender quais exigências realmente se aplicam ao seu produto, seus dados e sua operação.
Empresas que confiam:

